Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

No comando: PROGRAMA RADIO REVISTA

Das 10:30 às 11:30

No comando: PROGRAMA PAGODIAR

Das 11:00 às 13:00

No comando: PROGRAMA INTENSIDADE

Das 12:00 às 13:00

No comando: PROGRAMA TOP 30

Das 12:00 às 14:00

No comando: POP MUSIC

Das 15:00 às 16:00

No comando: PROGRAMA TOP 10

Das 16:00 às 17:00

No comando: PROGRAMA TOP 20 SERTANEJO

Das 16:00 às 17:30

No comando: PROGRAMA GÁS TOTAL

Das 17:00 às 19:00

No comando: SINTONIA TOTAL

Das 18:00 às 20:00

No comando: COMANDO DA WEB

Das 19:00 às 20:00

Menu

Nove em cada dez belgas vão às lojas com menos frequência

Os belgas não vão às lojas (para 20% dos lares) ou com menos frequência (70%), de acordo com uma pesquisa de consumo do Economic Risk Management Group (ERMG), que está liderando o monitoramento da crise em nível sócio-econômico, citado quarta-feira em La Libre Belgique.

Os “maiores de 65 anos” são os mais cautelosos, sem que a diferença com os mais jovens menores de 18 anos seja óbvia (68% versus 88%). Outro número importante: 50% dos lares estão gastando “um pouco menos” (32%) ou “muito menos” (18%) no comércio em comparação com o que era aplicável antes da crise da Covid, em um período comparável.

Esta queda nas despesas correntes das famílias reflete, antes de tudo, para parte da população, uma redução real da renda, embora os mecanismos implementados pelo governo tenham até agora ajudado a amortecer o choque. Revela também preocupações reais com a saúde, resume o GMRA.

Entretanto, as preocupações com a saúde (para 42% dos lares) não estão no topo da lista de razões para o declínio dos gastos comerciais. Para 43% dos lares, o maior obstáculo é a incapacidade de gastar em certas categorias. Isto é seguido, em ordem, pelas medidas restritivas tomadas pelo governo (42%), aumentos de preços (25%), nenhuma obrigação de ir trabalhar (18%), renda mais baixa (13%) e medo de usar o transporte público (9%, mas 23% em Bruxelas), o que explica esta relativa deserção do comércio na Bélgica.

Finalmente, e sem surpresas, quase 90% das pessoas mudaram seus padrões de consumo. O consumo online (para 45% dos domicílios) e o consumo local (35%) são os principais beneficiários destas mudanças.

FONTE: http://bx1.be/

Deixe seu comentário: